Adapte-se ou morra!

Adapte-se ou morra!

Ainda que essa frase tenha sido usada em um contexto biológico, podemos pegá-la emprestada para o ambiente dos negócios. É fato que o mundo está em constante evolução. Novas tecnologias estão sendo implementadas. Descobertas científicas estão mudando a história.

Contudo, não basta apenas tentar inovar, atingir o sucesso e se contentar com isso. A concorrência não permite inércia. É preciso observar, freneticamente, as necessidades dos consumidores. Quem não conseguir acompanhar as transformações estará condenado a viver apenas no museu das boas ideias, sendo exposto como um fragmento da memória cultural.

O Atari, por exemplo, fez um grande sucesso nos anos 80, revolucionando a indústria de videogames no mundo. Ainda hoje, é lembrado com carinho por gamers e colecionadores. No entanto, a falta de inovação deu um “game over” à empresa.

E quem não se lembra dos celulares BlackBerry? O sonho de consumo de muitos jovens, encantados com a modernidade que ele trazia e com o seu teclado diferenciado, para a época. Porém, a falta de visão no negócio, de negligenciar a utilidade da tela touchscreen, abriu espaço para que outros concorrentes surgissem. Hoje, a empresa que ajudou a criar os smartphones, se viu obrigada a abandonar o mercado de celulares.

Não podemos nos esquecer da Blockbuster, que por muitos anos foi um dos lugares preferidos para quem queria alugar filmes e jogos. Mas pela demora em perceber as novas necessidades do mercado perdeu espaço para a Netflix.

Todas tiveram seu auge de sucesso. Todavia, perderam por não enxergarem que mudanças eram fundamentais.

A solução para o próximo ano? Criar programas internos de R&D, acompanhar startups e, principalmente, estudar o consumidor!

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