Chatbots, Assistentes Virtuais e Samanthas

A inteligência artificial tem sido cada vez mais desenvolvida para facilitar a experiência do seu usuário, onde quer que seja.

De chatbots a assistentes virtuais, as soluções para as dúvidas são encontradas de forma mais eficiente do que há alguns anos.

Mas até onde a inteligência artificial poderá substituir a inteligência humana?

A inteligência artificial

Tarefas repetitivas e burocráticas já estão sendo eficazmente substituídas. Os chatbots são uns dos exemplos. Quando o usuário possui dúvidas sobre um serviço, entra naquela caixa de diálogo, digita sua pergunta e, em seguida, o computador a responde.

Geralmente, as dúvidas que chegam são bem parecidas, o que possibilita fazer uma programação no software que atenda bem aos visitantes, diminuindo tempo e custos para os dois lados. Facilita ainda para aquele que não gosta muito de ter que interagir pessoalmente.

Assistentes virtuais, que realmente falam e interagem até certo ponto com a pessoa, também estão sendo cada vez mais aperfeiçoadas. Passando pela Siri (da Apple), Cortana (da Microsoft) e a Google Assistente, todas possuem condições de manter um diálogo e responder às solicitações feitas pelo usuário.

Tente perguntar o seu nome, requisite uma informação sobre história, ou então, se estiver entediado, peça para a assistente contar uma piada. Já perguntou também se ela lhe acha bonito? Desde que a informação requerida esteja já gravada em seu sistema, a assistente cumpre o seu pedido.

A interação pode ser tão grande que, por vezes, há de se confundir o tipo de relacionamento. É o que acontece no filme “Her”, no qual o usuário do programa, protagonista da obra cinematográfica, mantém uma relação com sua assistente virtual, Samantha, e acaba se afeiçoando a ela. Ele se apaixona pela robô, que lhe responde a qualquer questionamento e está, de certa forma, ao seu lado em todos os momentos solitários.

Outro filme que explora a confusão dos sentimentos de um humano por uma robô é o “Ex Machina”. No entanto, essa robô, Ava, é fisicamente presente e foi construída como um experimento para a relação entre humanos. Possui um final distópico, mas que nos faz refletir o quão próximo estamos de tudo isso acontecer.

Inteligência artificial X inteligência humana

A inteligência artificial em muito nos auxilia, tanto que chega a ser difícil imaginar como seria a atualidade sem ela. Contudo, não se pode pensar que ela sozinha é a solução de todos os problemas, pois há outro tipo de inteligência, que não tem planos de ser substituída, por ser capaz de resolver coisas bem mais complexas: a inteligência humana.

O ser humano, com toda sua diversidade e autenticidade na forma de agir, pensar, elaborar, ser criativo e sentir, ainda não pode ser substituido por qualquer inteligência artificial que seja.

É preciso encontrar um equilíbrio. Os robôs executam as atividades rotineiras e burocráticas. O ser humano, as atividades de cunho mais estratégico, que exijam um maior esforço intelectual e até, algumas vezes, com uma dose de emoção na decisão e no agir. Assim sendo, ao interagir com outro humano, não se deve esquecer que do outro lado existe alguém único e com necessidades diferentes e específicas.

Apesar da transformação tecnológica fazer parte da Ô Insurance, não deixamos de lado o olhar humanizado, que acreditamos ser o diferencial nos atendimentos. A inteligência artificial colabora na eficiência, mas trabalhamos para pessoas e com pessoas e acreditamos na importância da inteligência humana e emocional. Nossos profissionais, com sua expertise singular e seu olhar característico, colaboram ao lidar com cada cliente de forma especial, construindo projetos personalizados.

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