Cyber seguro: proteja-se enquanto garante a LGPD

Com a LGPD publicada em agosto, o cenário de proteção cibernética nas empresas tende a mudar.

A nova lei, que já existe em diversos países há muitos anos, deve começar a valer mesmo só em 2020. Porém, a fim de atualizarem-se com as novas regras, muitas são as empresas que já começam a instituir, aos poucos, as mudanças. Com toda razão: essa transformação não será apenas um simples aviso, na página principal do site, “mudamos nossa política de privacidade”.

A LGPD e a proteção que as instituições devem garantir

Terá de haver reestruturação de planejamentos e estratégias, para que a empresa possa coletar e armazenar tudo conforme a lei. Enquanto hoje, muitas vítimas de vazamentos de dados nem ficam sabendo do ocorrido, com a legislação em vigor esse tipo de ocorrência será levada mais a sério. As penalidades podem ser rigorosas, chegando à multa de R$50 milhões por incidente. Todavia, apesar da dificuldade inicial, essa modificação vem para o bem: vai estimular as empresas a refletirem sobre a responsabilidade que carregam ao ter as informações de seus usuários.

Mas, a medida que essas exigências crescem, aumenta a necessidade de as organizações se protegerem. Com a mudança de cultura na forma de tratarem os dados pessoais, será preciso ter atenção à segurança do ambiente em que essas informações (quando autorizadas, claro) serão guardadas.

Até a adaptação de todos, é possível que ainda exista certa vulnerabilidade na proteção e, com isso, ataques e roubos virtuais (causando consequências desagradáveis às corporações).  Sendo assim, aquele que, desde já, buscar se ajustar às novas normas terá um trabalho menos custoso ao conseguir colocar em prática tais exigências, ao mesmo tempo em que mantém a responsabilidade na forma de atuar. Nada melhor que um cyber seguro, para nos tranquilizar em relação às futuras imposições que virão com a LGPD.

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