O diploma universitário ainda é decisivo para uma contratação?

Você já leu algo parecido com isso, em algum outro lugar, nesses últimos tempos?

A questão é que o mundo está mudando. A tecnologia vai ficando mais avançada. Novas necessidades vão surgindo. Outras exigências vão sendo esperadas. E existem capacidades diversas que um diploma não é capaz de comprovar.

Um diploma é como uma testemunha de que alguém frequentou uma graduação ou especialização. Ele confirma que aquela pessoa esteve matriculada, frequentou as aulas e fez provas. E, com certeza, é notória a importância de estudar e lapidar a inteligência.

Mas ainda que seja importante declarar um conhecimento sobre determinado assunto, é a prática, é o contato com a coisa, é o tentar até acertar que vai moldando uma habilidade. E não só isso. É, também, a proatividade para começar uma tarefa. É a criatividade para entregar algo original. É a curiosidade para descobrir outras soluções. É a tenacidade para não desistir.

Ou, como disse Lazlo Bock, diretor de RH do Google,  “o que interessa é a capacidade de aprender. É a capacidade de processar na hora. É a capacidade de reunir diferentes tipos de informações”.

Apple e IBM também compartilham desse raciocínio. Assim como várias outras grandes e pequenas empresas que trabalham com tecnologia. Isso é o que diz o site de busca de empregos, Glassdoor, o qual percebeu algumas companhias que divulgam vagas para cargos avançados e não exigem a tal formação universitária.

Diante desse cenário, percebemos que quem quiser conquistar mundos radiantes precisará ter mais atitudes que um simples crachá gigante.

E, para nós da Ô Insurance isso faz total sentido, já que o novo mercado de seguros requer muito mais que uma equipe com diploma e conhecimento do modelo tradicional do segmento.

Requer diversidade, para gerar ideias que impactam diferentes públicos, dinamismo, para transitar do velho para o novo e conectividade, para inovar e promover aos clientes sempre as melhores experiências.

 

 

 

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