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Gestão de riscos: quando e como fazer

Estamos fechando mais um ciclo. Em uma rápida retrospectiva, 2017 foi tomado por incertezas econômicas e políticas que colocaram o segmento corporativo e os seus executivos em verdadeiras zonas de risco. Desemprego, crise fiscal, reforma trabalhista e da Previdência são as principais preocupações que as empresas enfrentam atualmente. Um cenário real e complexo.

Segundo o Global Risk Report 2017, desenvolvido pelo World Economic Forum, que colheu entre centenas de executivos pelo mundo as principais preocupações para a próxima década, os ataques cibernéticos e a vulnerabilidade das instituições figuraram ao lado dos temidos ataques terroristas. Veja a gravidade e as reais preocupações desses importantes executivos com presença global. Esses líderes empresariais estão focados nos riscos sociais e econômicos. Embora o desenvolvimento econômico e tecnológico crie novas oportunidades para empresas, os riscos geopolíticos levantam sérias questões sobre como gerenciar negócios em momentos de incertezas.

O gerenciamento de riscos no Brasil

É notória a percepção sobre a importância do gerenciamento de riscos, mas o nosso País ainda está em um estágio atrás e só se alertou ao assunto após os escândalos políticos que envolveram o mercado corporativo. Excluindo o setor bancário que tem uma percepção melhor sobre o assunto, são poucas as empresas que abordam os riscos em seus comitês executivos. A desaceleração econômica que provocou demissões de altos executivos gerou a necessidade da estruturação de uma área de gestão de risco, que auxilia a tomada de decisão na empresa. E uma das formas da companhia se proteger é por meio de seguros, pois cada departamento está exposto a determinadas ameaças, o que reforça a necessidade do gerenciamento de riscos.

Seguro para riscos: soluções adequadas

Um seguro para riscos deve prever uma análise criteriosa da empresa e dos seus principais executivos, o que contribui para coberturas adequadas às necessidades específicas de cada negócio. No Brasil, a contratação desses seguros aumentou diante dos recentes escândalos corporativos relacionados às práticas de corrupção.

O litígio entre empregados e empregadores também aumentou, mesmo com a reforma trabalhista, que ainda deverá amadurecer essa relação “patrão-empregado” para termos mais atuais. Os temas responsáveis por essa adesão ao seguro de riscos são:

  • Processos cíveis;
  • Recessão econômica;
  • Rigoroso ambiente regulamentado pelo governo contra as empresas e os seus executivos.

Empresas e executivos mais seguros

Há uma necessidade eminente no ambiente corporativo de se desenvolver uma gestão de riscos sofisticada. Nesse tema incluo a proteção cibernética e de TI de alto nível, mantendo registros de todas as informações relevantes para a gestão e preservando a comunicação.

Em resumo, os executivos devem olhar o compliance da gestão como uma ferramenta que lhes ajudará a enfrentar as fraudes e as suas inúmeras tentativas de forma muito mais assertiva.

 

José Carlos Macedo

Ceo da Ô Insurance Group

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