GRIPE: Como o RH pode evitar o contágio no escritório

Surtos de gripe nos ambientes de trabalho podem causar sérios problemas de produtividade.

Em 2015, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou informações coletadas pela PNS (Pesquisa Nacional da Saúde) que indicavam que 17,8% dos funcionários que precisaram se ausentar por pelo menos 1 dia do trabalho, o fizeram por estarem resfriados ou gripados.

O RH pode ajudar a evitar os contágios por meio de algumas práticas. Leia mais para entender melhor.

A gripe e o papel do RH

Os vírus são organismos biológicos com capacidade para se reproduzirem de forma rápida. Ambientes fechados, com muitas pessoas próximas favorecem sua transmissão, atingindo grande número de pessoas em pouco tempo. Assim são as gripes.

Então, um único funcionário gripado é capaz de transmitir o vírus, aos poucos, para outros, até atingir um departamento todo. Isso pode gerar queda na produtividade de toda a empresa, pois, geralmente, uma atividade não feita interfere nas outras que dependam dela, quebrando todo o encadeamento.

Quando ouvimos nos noticiários a possibilidade de início de algum surto, já começamos a nos preocupar. Recentemente, foram divulgadas algumas ocorrências de óbito pelo H1N1 em certos estados do país, o que levantou preocupação sobre como evitar que esse vírus se espalhe.

Um dos papéis do RH na empresa é criar condições psicológicas e ambientais satisfatórias aos empregados, segundo Chiavenato. Isso inclui processos de higiene e segurança e qualidade de vida, por exemplo.

A saúde e o bem-estar dos funcionários são aspectos importantes quando se pensa em produtividade. Pois não há como ser produtivo quando a saúde nos impede.

A organização deve se preocupar quando percebe situações fora do padrão em seus departamentos, como o aumento do absenteísmo, por exemplo, já que o esperado é que os empregados tenham vontade de permanecer e se desenvolver junto à instituição, colaborando para o desempenho organizacional.

Dessa forma, essa situação que sai do padrão tem que ser bem analisada, para que não se pense que um absenteísmo se refira apenas à insatisfação no trabalho, quando na verdade a causa é uma doença.

Sabendo então que a higiene e a segurança estão inter-relacionadas com a qualidade de vida no trabalho, podemos fazer intervenções nessa área, que podem ser de duas formas:

  • A assistencialista: foca em recompensar o indivíduo por desgaste físico e psicológico, ou seja, ela age após um sintoma já ter aparecido. Sendo assim, é reativa e paliativa;
  • A preventiva: foca em prevenir o problema. Faz intervenções no contexto do trabalho para identificar causas de mal-estar e modificá-las antes que surjam sintomas nos indivíduos.

Agir com prevenção é sempre mais efetivo. Então, para se evitar um grande contágio de gripe, por exemplo, novos hábitos poderiam ser estimulados a todos pelo RH, como:

  • distribuir cartazes informativos para conscientização;
  • ter álcool em gel sempre disponível nos corredores, nas entradas de cada departamento, nas salas;
  • manter os objetos manuais, como telefones e maçanetas, sempre limpos;
  • sempre que possível, manter as janelas abertas para a circulação do ar e de preferência que receba a luz solar durante parte do dia.

As medidas preventivas são importantes e devem ser privilegiadas pelo RH, para que a saúde dos trabalhadores não prejudique a produtividade. É sempre mais fácil agir antes do problema acontecer do que depois que ele já se instalou.

A Ô Insurance Group já atuou em organizações no sentido de garantir a saúde dos colaboradores e obteve ótimos resultados, como no Mercado Eletrônico onde trabalhamos preventivamente

A Ô Insurance, por meio do produto Ô Benefits Solutions, se preocupa em criar planos para engajar pessoas a buscarem uma saúde mais preventiva nas empresas, diminuindo, assim, a probabilidade de, por exemplo, doenças virais, como as gripes. Ao cuidar do bem-estar dos seus funcionários, estamos em busca também da redução de custos e do aumento da produtividade de toda a organização.

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