Plano de saúde empresarial: é preciso fazer sua gestão com mais eficiência

Ter um plano de saúde empresarial é um dos maiores valores agregados que uma empresa pode oferecer aos seus funcionários. Contudo, já faz um tempo que esse benefício tem virado uma grande preocupação para as organizações: os custos são cada vez maiores e mais exacerbados que a própria inflação.

Não dá para deixar os trabalhadores na mão e ficar sem entregar algo que eles tanto valorizam, até porque sem saúde não há produção. Também não será mais sustentável, por muito tempo, aceitar os altos índices de aumento frequente dos planos. Dessa maneira, algumas companhias já investem em estratégias, a fim de tornar mais eficiente a gestão da saúde. Acompanhe para ver mais detalhes!

Buscando mais sustentabilidade para o plano de saúde empresarial

De acordo com Luiz Edmundo Rosa, diretor de desenvolvimento de pessoas da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), planos de saúde representam o 2º maior gasto com pessoal em uma organização (ficando atrás apenas dos salários). Esse problema tem tomado conta de muitas empresas, fazendo-as buscar saídas mais eficientes.

O grupo GPA, por exemplo, que lidera as grandes redes Pão de Açúcar, Casas Bahia, Ponto Frio e outras, instituiu um serviço por meio de atendimento telefônico, no qual o funcionário pode falar com um profissional da saúde e buscar orientações quanto ao seu caso. Isso tem conseguido diminuir parte das idas desnecessárias aos prontos-socorros.

Outra estratégia adotada por uma grande companhia, nesse caso a Pirelli, foi investir no uso de inteligência artificial, a fim de reunir as informações de saúde dos trabalhadores, para um sistema de gestão de doenças crônicas. Assim, aqueles propensos a ter alguma enfermidade recebem orientações preventivas de médicos e enfermeiros.

A prevenção ainda é um dos melhores investimentos quando se fala em saúde. Tanto é, que a ABRH fechou com a FGV (Fundação Getúlio Vergas) um curso na área de gestão de saúde empresarial, para que os profissionais de RH tenham mais recursos para deixar os custos com os planos mais eficientes.

Ações de incentivo do RH: câncer de mama, câncer de próstata e outras

Outras ações como: incentivar a realização de exames anuais preventivos, estimular a prática de atividades físicas e de bem-estar, fazer convênios com academias, investir em uma alimentação mais saudável nos refeitórios, ter espaços de convivências para os funcionários tendem a ser benéficas para uma vida mais sadia.

As campanhas do Ministério da Saúde e Secretarias, promovidas pelos governos, também devem ser inseridas nas práticas. O Outubro Rosa, com o intuito de prevenir câncer de mama, assim como o Novembro Azul, com o objetivo de conscientizar quanto ao câncer de próstata precisam fazer parte da gestão.

Esse último é o mais comum entre homens e, por isso, a descoberta inicial é fundamental para o sucesso do tratamento. Os exames de toque e o PSA (de sangue) precisam ser realizados antes mesmo de qualquer sintoma começar a aparecer, principalmente porque no início a doença pode ser assintomática. Homens com mais de 40 anos e que tiveram um parente de 1º grau com a doença devem dar uma atenção maior aos riscos.

Um plano de saúde empresarial ainda pode ser oferecido como um bom atrativo aos trabalhadores. Basta um remanejamento na forma de fazer sua gestão, para que os custos não interfiram no lucro da instituição.

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